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O ambiente é informal e intimista, há apenas um balcão com sete lugares. No piso de baixo, está o bar com cocktails de autor e quatro salas privadas, para uma experiência mais intimista. Se não quiser escolher, entregue-se nas mãos de quem sabe, Elísio Bernardes, e descubra o peixe à sua medida em nove momentos. Há dois menus de degustação, um de cinco e outro de oito momentos, com os produtos do mar em grande destaque. Com mais de 100 lugares, entre a elegante sala, o balcão e uma esplanada interior, o tribuna guimaraes serviço é exemplar.
A comida é muito deliciosa e servem quantidades generosas. Boa vista sobre o parque, mesmo no centro da cidade. A sobremesa foi do melhor que comi. A sobremesa estava delicada e bem decorada.
Aqui, a comida dá muita energia, sempre com pratos do dia de raiz africana, da moqueca à moamba, com passagem por Portugal (atenção ao arroz de pato de fusão cabo-verdiana ou às iscas de porco). Presença dominante tanto na cozinha como na sala, a Tia Alice, natural da ilha cabo-verdiana de São Vicente, é uma daquelas figuras que faz a casa. Do Wagyu “floco de neve” à entranha Black Angus, passando por cortes de porco, cordeiro e marisco, o menu é uma aula carnívora. Aqui, a carne é finalizada na chapa gogi-gu-i à mesa, mas a selecção e a preparação fazem a diferença.
A carta inclui sopas, mariscos e especialidades de barbecue chinês, mas também novas receitas pensadas por Ku Yan, chef de origem malaia. Casa de comida italiana autêntica, sem floreados e pouco convencional para os nossos hábitos, o Libertà tem ao leme Silvio Armanni, chef da região de Bérgamo com passagem por vários Michelin (o último em Hong Kong). Com sabores pouco domesticados, a carta inclui noodles caseiros, guo tie bem tostados, espetadas temperadas com cominhos e malagueta, pratos de caçarola e sopas substantivas. A fechar, não pode deixar de experimentar o Napoleão, sobremesa de inspiração francesa, montada com elegância na hora. No pequeno restaurante aberto por Tomoaki Kanazawa, que quando regressou ao Japão, em 2017, escolheu Paulo Morais para o seu lugar, o chef homenageia a tradição nipónica como se fosse a sua. Entre o restaurante, onde se destaca o esqueleto de um velociraptor, e o Delibar, com um balcão com 48 lugares, e a esplanada, há menus distintos, mas uma das mais-valias é o facto de tudo poder ser pedido em todo o lado.
- Por outro lado, passou a existir um balcão e, na segunda sala, dois lugares à janela.
- Lugar agradável e espaçoso, atendimento muito bom, bem servido, carne saborosa, preços dos pratos 10 a 14 euros
- A aposta em pratos que remetem para a cozinha de conforto é um dos seus maiores trunfos, atraindo quem procura sabores autênticos e porções generosas, longe das propostas mais modernas.
- Para mais informações sobre as provas pode consultar o site e sobre a região em www.rt-planiciedourada.pt.
- Começou com um balcão de sete lugares em Alcântara e nem a mudança de morada o tornou maior, também porque a ideia nunca foi crescer em tamanho, mas sim em condições.
- Para experiências mais ligeiras às mãos do chef, também no Chiado, tem o Cantinho do Avillez e o Bairro do Avillez, onde pode optar pela Taberna, o Páteo, o Mini Bar e a Pizzaria Lisboa.
A única questão é que, com a pandemia, não observei distanciamento entre as mesas. A sala apresenta uma decoração moderna e cosmopolita onde terá o prazer de colecionar agradáveis momentos e experiências gastronómicas. É um café pastelaria , tem um bom ambiente para conversar , ler , serve se refeições . Esta dualidade de experiências sugere que o serviço de mesa pode ser inconsistente, dependendo do dia, da hora e, possivelmente, da equipa em funções. Desde as entradas até à sobremesa degustamos uma refeição maravilhosa!
Ambiente e Serviço: Os Pilares da Experiência
A única decisão que tem de tomar é se escolhe entre o menu combo, que inclui três a quatro entradas, nove niguiris, dois rolls, sopa miso e sobremesa; ou o menu de niguiris, que é igual ao combo, mas não inclui as entradas. Se na casa-mãe a ideia é deixar-se estar e descobrir o peixe além do marisco, neste espaço o marisco e os petiscos são as estrelas e está pensado para refeições mais rápidas. Luís Gaspar, chef a quem devemos ainda as cartas do Brilhante (mais caro) e o Pica-Pau (mais barato), merece um altar. Aqui, a cozinha mediterrânica brilha com os ingredientes nacionais, muitos deles vindos da horta do grupo, em Oeiras – o nome não é um acaso, é uma forma de trazer o campo para a cidade.
O destaque vai para o acarajé, pastel de feijão fradinho recheado de vatapá e camarão seco, frito em azeite de dendê e acompanhado de molho picante de malagueta. Atenção às entradas de lulinhas e petingas fritas, e aos polipetti affogati. Numa zona pejada de restaurantes que mais não são do que armadilhas para turistas, esconde-se esta tasquinha de bons pratos tradicionais a preços de antigamente. Aqui, podemos não ter as míticas 1001 receitas de bacalhau, mas, entre entradas e pratos principais, conte com duas a três dezenas de propostas na ementa.
Horário de funcionamento do Restaurante Tribuna
Permitem compreender a utilização do site e detetar problemas técnicos, incluindo serviços como Sentry e Google Analytics. Essenciais para o funcionamento do site, incluindo sessão, segurança e preferências básicas. Há muito para beber na garrafeira, na carta de cocktails e nas mais de 15 referências de cerveja, mas também há bons petiscos e uma carta de fazer inveja a muitos restaurantes. Com um balcão a 360 graus e 16 televisões com transmissão contínua de jogos nacionais e internacionais, não vai perder nenhum lance nem detalhe. É um espaço bem equipado para ver jogos de futebol – até tem uma zona para aliviar o stress, com um saco de boxe para dar uns socos. A casa é decorada no estilo boteco, com algumas mesas ao ar livre, porção de amendoins sortidos e cardápio típico.
A carne estava no ponto e de boa qualidade. Fizemos o churrasco compartilhado. Lugar agradável e espaçoso, atendimento muito bom, bem servido, carne saborosa, preços dos pratos 10 a 14 euros A comida é deliciosa e os ingredientes são típicos da região da Transmontana. Comi um rodeão que estava delicioso e a sobremesa…um final feliz para uma bela refeição 😊👏👏👏👍👍👍
Análise do Serviço: Entre a Simpatia e a Desorganização
A começar pelo mezze, batalhão de entradas servidas nas cozinhas grega, turca e do Médio Oriente. No Rumi, as especialidades das cozinhas palestiniana e turca não se fundem – apenas convivem numa mesma e extensa carta, cheia de opções para partilhar. Pode ser moqueca de pescada, ervilhas com ovos escalfados, moussaka, arroz de moelas, xerém de cogumelos, caril japonês… A sopa vai do creme de legumes à ajoblanco espanhola.
A sala é elegante, o ambiente sofisticado e o serviço atento, com o chef a criar uma ligação genuína aos clientes. É a Joaquim Saragga Leal que devemos a Taberna Sal Grosso, de onde saíram alguns dos chefs, cozinheiros e taberneiros modernos que têm dado que falar, de Zé Paulo Rocha (O Velho Eurico) a Pedro Abril (Musa). Começou com um balcão de sete lugares em Alcântara e nem a mudança de morada o tornou maior, também porque a ideia nunca foi crescer em tamanho, mas sim em condições. Clássicos como os croquetes de borrego, o bacalhau à Brás e o arroz de pato são agora acompanhados por novidades como o prego, a morcela de arroz com puré de nabo, as ervilhas com entrecosto ou o atum de cebolada. Por outro lado, passou a existir um balcão e, na segunda sala, dois lugares à janela. Há menos mesas (um drama para um restaurante com uma lista de espera de meses).